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Pulseiras hospitalares: Quais os riscos de utilizar insumos de baixa qualidade?

Em um ambiente hospitalar, a segurança e a identificação precisa dos pacientes são cruciais para garantir o sucesso do tratamento e evitar erros médicos. As pulseiras hospitalares são ferramentas essenciais nesse processo, pois fornecem informações vitais sobre o paciente, como nome completo, data de nascimento, número de prontuário, alergias e medicações em uso.


No entanto, a escolha de pulseiras hospitalares de baixa qualidade pode trazer consigo diversos riscos e comprometer a segurança do paciente. Neste artigo, abordaremos o maior perigo associado ao uso de pulseiras de baixa qualidade: a falha na identificação do paciente.


1. Falha na identificação: o principal risco

Pulseiras hospitalares de baixa qualidade podem apresentar falhas na impressão, como letras ilegíveis, códigos de barras distorcidos ou informações incompletas. Isso torna a identificação do paciente difícil ou até mesmo impossível, o que pode levar a graves consequências:

  • Erros na administração de medicamentos: Um paciente pode receber medicação destinada a outro, com potencial para causar efeitos adversos graves ou até mesmo fatais.

  • Atraso no diagnóstico e tratamento: A dificuldade em identificar o paciente pode atrasar o início de exames, procedimentos e tratamento, comprometendo o prognóstico da doença.

  • Troca de bebês: Em maternidades, a falha na identificação de recém-nascidos pode levar à troca de bebês, um erro com consequências emocionais devastadoras para as famílias.

  • Riscos para pacientes com alergias ou necessidades especiais: A falta de informações precisas sobre alergias ou necessidades especiais do paciente pode colocar sua segurança em risco.

2. Outros riscos e problemas

Além da falha na identificação, as pulseiras hospitalares de baixa qualidade podem apresentar outros problemas:

  • Resgaste rápido: As pulseiras podem rasgar, desbotar ou se desintegrar facilmente, tornando-as ilegíveis ou inutilizáveis.

  • Soltura: As pulseiras podem se soltar facilmente do pulso do paciente, aumentando o risco de perda e de identificação incorreta.

  • Irritação na pele: Materiais de baixa qualidade podem causar irritação na pele do paciente, especialmente em pessoas com sensibilidade.

  • Dificuldade de higienização: Pulseiras de baixa qualidade podem ser mais difíceis de limpar e desinfetar, aumentando o risco de infecção hospitalar.

3. Como escolher pulseiras hospitalares de qualidade

Para garantir a segurança do paciente e evitar os riscos mencionados acima, é fundamental escolher pulseiras hospitalares de alta qualidade. Ao escolher um fornecedor, procure por:

  • Impressão nítida e legível: As informações na pulseira devem ser facilmente legíveis, com letras e códigos de barras nítidos e precisos.

  • Materiais duráveis: A pulseira deve ser resistente a rasgos, desbotamento e outros tipos de desgaste.

  • Fechamento seguro: A pulseira deve ter um sistema de fechamento que a mantenha presa no pulso do paciente, evitando sua perda.

  • Materiais hipoalergênicos: A pulseira deve ser feita de materiais que não causem irritação na pele.

  • Facilidade de higienização: A pulseira deve ser fácil de limpar e desinfetar para evitar a proliferação de germes.



4. Investir em segurança: a melhor escolha

As pulseiras hospitalares são ferramentas essenciais para a segurança do paciente. Optar por produtos de alta qualidade é um investimento na saúde e no bem-estar dos pacientes, além de garantir a eficiência do atendimento hospitalar e evitar transtornos e custos adicionais.


Ao escolher pulseiras hospitalares de alta qualidade, você estará contribuindo para um ambiente hospitalar mais seguro e eficiente, protegendo os pacientes e garantindo a qualidade do atendimento.

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